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sábado, 9 de janeiro de 2010

Retrospectiva de Call of duty(parte3)

Bons gráficos, cenários grandes bem detalhados, te dando um clima mesmo de guerra, na primeira fase voce já sente isso, principalmente pelo efeito de fumaça de longe é muito bom . Nos detalhes é que o jogo peca, efeitos de fumaça de perto é algo muito quadrado muito "mal feito" isso só de perto, de longe fica mais realista, as árvores e arbustos além de serem quadrados são uma finura só, vc vê de frente tudo bem, mas se vc olhar pelo lado vc que é simplesmente uma coisa para "enriquecer" os cenários, eu acho q num deu pra disfarçar isso ñ, fora que tem alguns slowdowns, na segunda fase foi uns 3 minutos só de slowndonw mas o resto foi perfeito.

Ao todo eles fizeram um "bom" trabalho já que tirando esses detalhes a parte gráfica da arma é muito boa eles só eraram no detalhes dos cenários e no pior erro de tods, tirando as cg's jogando normal quando o cara tiver falando alguma coisa chegue bem perto dele e perceba que a boca dele não abre, ele fala sem abrir a boca.segue a parte 4

(adaptado)


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Melhores de 2009 pela equipe.

A equipe da Fg se reuniu para formar a sua lista dos melhores games de 2009(cada um escolheu o seu em uma categoria), então confiram o resultado:

Melhor jogo exclusivo de PS3
:

Richer:"Kill Zone 2 com certeza foi um dos melhores títulos já lançados em qualquer console. Tão simples como isso os efeitos de luz, sombra, o fumo, a poeira levantada pelo vento, os efeitos das explosões no ambiente... tudo está bem acima do que conhecíamos até hoje."

Markus:
"O Killzone 2 é um game muito bom, que apresenta vários modos de batalha online, com gráficos de alta qualidade e isso é o que se espera de um game que esta apenas disponível para PS3."

Gausinho:

"Há quem diga que Uncharted pegue o que há de melhor em cada série misture e fassa o seu jogo, mas, isso sendo verdade ou não, Uncharted 2: Among Thieves com seus gráficos estupendos e grande jogabilidade em dupla foi pra mim o melhor exclusivo de ps3 no ano."

Valdivia:
"God of War sempre foi um jogo diferenciado dos outros por que esse é um jogo que todos queriam jogar. Correr, atacar os inimigos, dilacerá-los, cortá-los ao meio... Você que tem PS3 vai poder jogar GoW e GoW II pelo preço de um jogo só. É a Coletânea de God of War para PS3! São os dois jogo's em um só e com os gráficos melhores ainda. E eu achando que não poderia melhorar..."

Melhor jogo exclusivo para Xbox 360:


Richer:
"Forza Motorsport 3... poucos simuladores de condução automóvel para o Xbox 360 não são tão bons... o Gran Turismo 4 para Playstation 3 arrasou, mais em 2009 chegou Forza Motorsport 3. Esse jogo foi feito para pensar em todos os tipos de jogadores, veteranos ou novatos (newbies). Nesse game existe também um modo de carreira oposto por um calendário onde realiza corridas, modo livre e um mundo Online. Na minha opinião um dos melhores simuladores de corridas para o Xbox 360."

Markus:
"Boa jogabilidade, gráficos muito bons a altura de um Xbox 360, ambiente e enredo de alta qualidade combinando com as versões anteriores desta grande série, que é de longe a maior, do console da Microsoft"

Gausinho:

"Forza motorsport 3 tem grandes gráficos, grandes carros e traz grandes recursos que lhe fazem claramente melhor que o Forza 2 seu antecessor, sendo um dos melhores games lançados nesse ano."

Valdivia:
"Sabe quando você assiste à corridas de Stock Car? São legais, agora imagine que é você que está controlando o Carro? Você pode ter essa sensação jogando Forza Motorsport, o jogo de corrida mais realista do mundo. Até as corridas da TV ficam menos realistas que esse jogo. Gráficos perfeitos. É até melhor que da TV, é como se você visse ao vivo a corrida."

Melhor jogo exclusivo de Wii
Richer:
"Lançamento desse ano, esse jogo não tem muita novidade mais melhoraram em vários pontos, gráficos, jogabilidade e já que é para o Wii tem a opção Multiplayer que fica muito mais divertido xD"

Markus:
"Os jogos do Mario sempre foram muito bons, agora na divertidíssima plataforma do Wii, os controles são práticos, mas, exigem um bom condicionamento fisíco por causa dos controles do Wii, os gráficos desse game ainda deixam a desejar um pouco entretanto é o melhor game do ano para o Wii"
Gausinho:
"Trazer um dos maiores games de todos os tempos com os gráficos renovados, possibilidade de se jogar com mais 3 pessoas na sua casa e colocá-lo com uma dificuldade digamos que grande, foi de longe para mim o que fez New Super Mario Bros. Wii o melhor game do ano para o Nintendo Wii."

Valdivia:
"Há muito tempo, várias pessoas dizem que Super Mario Bros é o melhor jogo do Mario e, por que não, da Nintendo... Já tava demorando pra fazer uma versão melhor (pros novos video-games) desse jogaço. E isso, enfim, aconteceu... Sim, é verdade, estou falando de New Super Mario Bros Wii. Yeah, é o Super Mario Bros reformulado em uma versão para o Wii! Gráficos perfeitos, som muito bom, jogabilidade ótima. O melhor de Wii, sem dúvida. E ainda com a opção de Multiplayer para 4 pessoas! É uma Maravilha!"

Melhor Jogo do Ano:

Richer:
"Simplesmente o melhor simulador de guerra em 1ª Pessoa lançado até agora, uma grande revolução com o Rio de Janeiro no CoD, na Xbox LIVE essa é a "tela" mais jogada. Retirando o problema que teve no mapa Karachi que foi feito totalmente errado. "

Markus:
"O Modern Warfare 2 sem dúvida foi o melhor game do ano, gráficos muito bons um vasto arsenal de armas e missões mais interativas, mas para um game tão esperado que foi Codmw2 a Activision podia ter tido mais criatividade os gráficos do codmw2 são tão bons quanto Ghost Racon Advenced Warfighter 2 ou Battlefield Bad Company, o multiplayer é tão bom quanto o Battlefield Bad Company, mas ele é o melhor game do ano porque foi o único jogo que fez com que os servers da Psn caíssem e teve muita atenção dos holofotes por causa das enormes vendas e confusões."

Gausinho:
"Cod Modern Warfare 2 pode ter super gráficos e grande jogabilidade, Uncharted 2 também, mas, para mim Batman Arkham Asylum fez o que poucos esperavam que ocorresse novamente no mundo dos games:Um game de super herói decente, o game traz uma grande premissa, muitos vilões do batman, DLC's gratuitos e na versão do PS3 você pode até jogar com o Coringa, esse game me surpreendeu desde o início e o resultado dele não foi pra menos, pra mim Batman Arkham Asylum é o melhor game lançado em 2009."

Valdivia:

"Call Of Duty Modern Warfare 2. A VERDADEIRA simulação de guerra. Só não é tão realista por que quando você toma um tiro no jogo, você não sente dor, na vida real. Mas, CoD MW2 é o melhor jogo de guerra do mundo, de todos os tempos. É realista ao quadrado. O barulho das armas, a animação de quando elas são carregadas, até quando o personagem corre. É como se estivesse em uma guerra de verdade. É, sem sombra de dúvida, o melhor do ano. E isso tende a melhorar mais a cada ano..."

PEOR jogo do ano:

Richer:
"Sonic and The Black Knight foi mais um motivo de se dizer que nesta geração, Sonic está indo de mal a pior, tudo começando pelo Sonic the Hedgehog 2006, agora fazem o ouriço voltar a era do rei Arthur que não tem nada a ver com a saga Sonic. Enredo até razoável mais o título até mereceu ser criticado pelos leitores da ScrewAttack's."

Markus:

"O The Sims 3, que foi muito esperado principalmente pelo público feminino.
Ná série do The Sims as diferenças notavéis para o um do dois é a jogabilidade e os requisitos gráficos, bom isso é um fato que o The Sims 2 melhorou e muito em relação ao um, mas o 3 não teve praticamente nenhuma diferença, a EA deveria ter colocado um patch de atualização para o 2 que faria as poucas novas funções funcionar"

Gausinho:
"The King of Fighters é provavelmente a única série que já bateu de frente com Street Fighter até hoje, mas, a versão XII HD que deveria trazer uma das melhores inovações com gráficos HD e jogo online, trouxe personagens mal feitos e retirou personagens clássicos que não se retiram e esculachou com um dos personagens mais fodão da série(IORI IAGAMY DE EMO É DE MATAR UM!), além dos bonecos desenhados que nem se comparam ao grande trabalho de Super Street Fighter II HD Remix, KOF XII foi de longe o PEOR jogo do ano."

Valdivia:

"Um dos jogos mais esperados... Até o dia de seu lançamento, "Wolverine Origins" tinha apenas algumas imagens reveladas. O jogo inspirado em seu filme (que por sinal é ótimo) deveria seguir o mesmo caminho, entretanto isso não aconteceu... pelo menos não na versão para Play Station 2. Gráficos pobres, som fraco, jogo NÃO divertido... Enfim, um jogo horrível. O que dá pra se perceber é que nesse jogo, os produtores dele pensaram: "Ah, é pra PS2 mesmo, e esse video game está morto... Façam de qualquer jeito, ninguém liga pra PS2 mesmo!". Se é pra fazer um jogo assim... nem façam. Perda de tempo e de dinheiro para os jogadores."

Era pra sair em 2009, mas, o Markus atrasou tudo =P.

domingo, 8 de novembro de 2009

retrospectiva Call of Duty 1 até 6(Parte 2)

O Call of Duty 2 teve diferenças notaveis,gráficos melhores,campanha melhorada e um audio muito bom.O interesante do cod2 é capt. Price aparecer de novo,as principais mudanças no game foram a retirada da barra de life que fez o jogo ficar um pouco menos realista a campanha solo foi muito bem elaborada mas ela ficou curta,o cod 2 tem gráficos muito bons explosoes bastante realistas mas o jogador poderia interagir mais com o cenário carros ficam espalhados pelo game mas mesmo disparando grande rajadas neles n acontece nada,outra novidade e uma tecla especifica para jogar granadas e um novo tipo de granada a granada de fumaça,há novos cenários para combater no norte da Àfrica que nunca tinham sido explorados muito.(A retrospectiva dos cods será interompida por favor aguarde:)

quinta-feira, 29 de outubro de 2009

Retrospectiva Call of Duty 1 até 6(parte 1)

O primeiro Call of Duty foi lançado em 2003 onde no mesmo ano recebeu o premio de melhor jogo do ano,o COD 1 é um jogo recomendavel para pessoas que são novas em jogos fps,o jogo se divide em 3 fases a que se joga com um personagem americano,depois britanico e no fim russo,alem do modo single player existe o modo multiplayer ai vão alguns videos e fotos do jogo:
Todas as missions de cod 1



Em breve aqui no FG

Galera ligada no FG em breve teremos as seguintes matérias:Retrospectiva do FIFA 2006 até 2010,Retrospectiva do Call of Duty 1 até 6(incluindo extras),Como achar todos os deaths cards em COD 5(CODWAW),Simcity 4,Spore e Call of Duty vs Medalha de Honra.

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

World in Conflict

Para aqueles que já têm um bom conhecimento sobre RTS em geral, recomendo que pulem o tutorial e procurem se adaptar a WiC durante as próprias missões. Isso porque esse início - além de cansativo com cinco lições - apresenta pouquíssimo proveito.
O comandante que dá as ordens nas tarefas ignora até mesmo que você saiba como se movimentar. Ele gasta um tempo enorme ensinando a virar para os lados, olhar para cima e para baixo e passar entre círculos.
Recrutar soldados, ordenar um ataque simples, tudo isso funciona mais para você entender as funções básicas que não chegam a ser nem um terço de como é na campanha em si.
Outra razão da não-necessidade de um tutorial tão detalhado como esse é que no game você não precisa se preocupar em criar bases e essas coisas chatas do tipo. É tudo bem menos complicado e bem mais voltado para a ação.
Surpreendente em muitos aspectos
Independente de você estar jogando ou apenas assistindo, o visual de WiC é daqueles games que faltariam adjetivos no mundo para elogiá-lo. E isso faz toda a diferença quando se trata de um cenário de guerra com infantaria, explosões e destruições em grande escala. Destaque especial na fumaça extremamente bem-feita.

Aproxime-se do solo e você será presenteado com detalhes in-game de tudo o que está acontecendo - já que controlando a câmera é possível ir e vir para qualquer área, tanto de perto como de longe. Com a câmera dá para atravessar construções, veículos, soldados e, se quiser, pode até chegar bem perto e ver os soldados executando as ordens recebidas como se você estivesse em um FPS.Há momentos em que o caos é tão grande que mais parece uma terceira guerra mundial. A Massive não mediu esforços para impressionar o jogador - são empolgantes seqüências de dominação de território, bombas nucleares e cut-scenes. Tudo muito lindo de ver (e de jogar também, é claro).

Não pare de jogar

Seja no sólido modo on-line para até 16 pessoas ou no single-player, World in Conflict é totalmente viciante. Você percebe isso quando está fazendo alguma outra atividade do dia-a-dia e, ao mesmo tempo, pensando em novos caminhos e armando novos planos para completar determinada missão.

Para dominar uma região é preciso mover seu grupo para dentro dos círculos indicativos até que eles fiquem na cor verde, que indica que o domínio é seu. Para tanto, o melhor a fazer é preparar um bom número de combatentes e partir para o ataque. Às vezes pode acontecer também de você perder um local já conquistado e ter que recuperá-lo.
As batalhas são travadas com muita ação e tiroteios, além de uma enorme quantidade de soldados e veículos - alguns desses veículos ainda possuem habilidades especiais próprias. Os mísseis aéreos empolgam bastante, quando um é selecionado, basta usar o mouse para orientar exatamente onde o ataque deve acontecer. Eles são principalmente úteis para destruir grandes construções ou grupos adversários que estejam unidos.
World in Conflict tem, em seu single-player, 14 missões que variam consideravelmente e adicionam cenas intercaladas que só ajudam a compor uma história que prende a atenção não só pela beleza gráfica e de design, mas pelos diálogos. Como não poderia deixar de ser, tudo durante o jogo está em um nível altamente padronizado, fazendo com que o jogador realmente mergulhe no clima de tensão e estratégia das guerras.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

F.E.A.R 2:Project Origin

Quando F.E.A.R.2 chegou para ser analisado, pensei em diversos motivos pelos quais o jogo poderia ser um fracasso. Lembrei das expansões pouco inspiradas que seguiram o game original e do excesso de jogos de tiro em primeira pessoa disponíveis no mercado atual. E também me lembrei do primeiro F.E.A.R., um excelente game que combinava uma Inteligência Artificial agressiva e desafiadora e elementos de filmes de horror japonês, um feito inédito e muito bem produzido. Será que Project Origin conseguiria reunir os ingredientes necessários para se destacar no mercado, deixar para trás as fracas iterações anteriores da série e principalmente, superar o medo e desafio apresentados no F.E.A.R. original?

Project Origin é uma sequência que dispensa a experiência prévia de jogar o primeiro F.E.A.R. Se você jogou, terá a expectativa em encontrar a garotinha Alma e passar por determinadas situações. Se não jogou, sentirá o terror característico do jogo em primeira mão. O melhor é que Project Origin consegue assustar a ambos os jogadores.Nessa nova aventura, que acontece anos após os eventos do jogo original, você é membro de uma equipe de Operações Especiais. Sua missão era bem simples e cotidiana mas logo mostra-se mais perigosa do que o esperado. Quando finalmente a jovem dotada de poderes paranormais, Alma, reaparece, aí é que as coisas saem completamente do controle. Não vou revelar muito aqui, exceto que Alma não é mais uma criança. Ela é uma mulher e provavelmente, nem ela sabe lidar com isso ainda. O resultado do crescimento da terível paranormal é o que você encontra durante o jogo.Embora as primeiras fases lembrem muito o game anterior, o jogo avança para cenários abertos que permitem um certo grau de exploração. Podemos afirmar que F.E.A.R.2 é um jogo que corre em trilhos bem largos, dando uma sensação de ser menos linear do que realmente é. Os cenários são bem feitos e mesmo que não sejam algo revolucionário no estágio atual do desenvolvimento de jogos, possuem muitos detalhes que envolvem o jogador na aventura. De fato, um dos maiores méritos de Project Origin é seguir a linha narrativa do primeiro F.E.A.R. mostrando mais do que conta ao jogador, permitindo que a imaginação preencha as lacunas da história, principalmente em seus aspectos sobrenaturais.

O game adota algumas novas mecânicas, dentre elas o uso de cobertura durante os tiroteios, com o diferencial de que qualquer objeto do cenário pode servir de cobertura. É possível virar mesas, por exemplo, e se esconder atrás delas. Os inimigos fazem o mesmo e tal qual no primeiro game, são inteligentes e armam estratégias, tornando o jogo muito mais desafiador do que uma partida de tiro-ao-alvo.Além dos soldados comuns, você enfrenta alguns mutantes com poderes horripilantes. A seu favor, há a habilidade de retardar o tempo, o que pode fazer a partida ficar bem mais fácil. Jogadores em busca de uma dificuldade maior vão evitar valer-se desse artifício no calor do tiroteio. Outra inovação interessante é que nem todas as fases são a pé. Em alguns momentos é possível pilotar enormes mechas, armaduras-robôs poderosas armadas com metralhadoras e lança-foguetes.Como é de prache nos principais jogos da atualidade, F.E.A.R.2 possui a opção de multiplayer, mas parece que esse modo foi incluido por obrigação contratual e é bem menos inspirado do que a campanha para um jogador. Nas partidas contra oponentes humanos há poucas opções de jogo, como as tradicionais deathmatch, team deathmatch e captura de territórios. É pouco e não é o suficiente para formar uma comunidade sólida de jogadores. Seria melhor se a produtora Monolith investisse seu tempo na criação de um modo cooperativo para a campanha principal.

De uma forma geral, F.E.A.R.2: Project Origin agrada e cumpre seu objetivo: é um jogo de tiro em primeira pessoa sólido e bem produzido, com uma trama condutora de alta qualidade. Sua dificuldade não assustará os novatos no gênero mas a atormentada Alma garantirá bons sustos a todos. As novidades na mecânica de jogo e o visual aperfeiçoado o colocam um degrau acima do jogo original e permitem esquecer os fiascos que foram as expansões.
Essa é a verdadeira sequência de F.E.A.R. e só por isso merece um lugar na prateleira dos fãs de jogos de tiro.

È Gauss aprendir a colocar os videos


The Sims 3 onde está a grande diferença?

Finalmente lançou o The Sims 3,que foi muito esperado principalmente pelo publico feminino.
por que este jogo é tão legal para ganhar mais divulgação que um evento mundial feito o E3?
Na serié do The Sims as grandes diferenças notavéis para o um do dois é a jogabilidade e os requisitos gráficos,bom isso é um fato que o the sims 2 melhorou e muito em relação a um,mas o 3 entra aonde nessa história toda?
Simples o 3 precisa de bem mais memoria grafica que o 2 (128mb aproximadamente o que um fsp precisa)mas para que tanto se não da nem para ver uma mudança grafica.
The sims 2
Uma das diferenças notaveis é que o the sims 3 agora oferece a opção de explorar por completo a vizinhança (pelo menos isso né)Na opção criando um sim pode-se agora adicionar mais sentimento fora,isso ta tudo igual, pode a ter mudado um pouco o layout ter diferenças minimas de graficos em relação ao dois mas o enredo e a ideia conservadora são a mesma desdo um.
Mas pode ser que o The sims 3 irá tbm ter infinitas expansõens feito o um e o dois com coisas que caberiam compacktado no mesmo dvd,se é so isso que o 3 tem a oferecer a EA não vez valer seu nome.
mas como o dinheiro é seu o gosto é seu então compre e gaste cem reais no game.
não coloquei video não vale o esforço.

domingo, 7 de junho de 2009

Atenção novos afiliados

Conexão Sonic, Resident evil 4 Blog e Slow Mega Site.
veja e confira ! xD

Personagens do Half-life

Gordon Freeman

Em Half-Life: Protagonista do jogo, tem 27 anos de idade em Half-Life¹. Trabalhava na Black Mesa, uma instalação secreta dos Estados Unidos, onde uma experiência com portais deu errado. Com a catástrofe, diversos seres vindos de um planeta chamado 'Xen' (os Xenianos) invadiram a instalação secreta. Freeman, depois de muito esforço, escapa; porém, vê-se obrigado a voltar, a fim de acabar com o problema. Indo a outro laboratório das instalações secretas, descobre que, para acabar com esse problema, tem que matar Nihilanth, o comandante de Xen.

Em Half-Life 2: G-Man (o misterioso engravatado) faz uma proposta a Gordon: ou ele trabalha para G-Man, ou ele morre. Obviamente, Gordon aceita a primeira opção. Depois de 20 anos preso no espaço/tempo, ele acorda em um trem na estação de City 17. Ao entrar em sua cela, encontra logo Barney Calhoun, que o ajuda a escapar da prisão e encontrar Alyx Vance e Dr. Kleiner, sendo assim, sua nova missão para o jogo.

Em Half-Life 2: Episode One: Gordon acorda em Citadel (totalmente destruída), encontra Alyx e Dog (robô criado por Eli Vance para defender Alyx quando era criança), e os dois recebem uma mensagem dos doutores Eli e Isaac, dizendo que o reator de Citatel entrou em colapso e explodirá em algumas horas. Como único meio de sobrevivência, deveriam voltar à cidade, ir na sala do reator, e achar alguma forma de atrasar a fusão do núcleo. Feito isso, terá de resgatar todos os sobreviventes da City 17 e colocá-los nos trens. No entanto, acontece um problema: vários Striders aparecem para atrapalhar a sua vida.

Barney Calhoun

Em Half-Life: Blue Shift: Outro personagem de extrema importância para a história do jogo, trabalhava como segurança na ex-Black Mesa, em Novo México, EUA. Quando ele estava em um elevador, a mesma explosão afetou ele e mais 2 cientistas de dentro do elevador, causando a morte deles, e Barney foi o único sobrevivente.

Em Half-Life 2: Um dos 3 protagonistas que consegue sobreviver no final de 'Half-Life' (em Blue Shift). Em 'Half-Life 2', ajuda Gordon a fugir da prisão de City 17, logo no começo do jogo se vestindo de Combine.

Adrian Shephard

Um fuzileiro naval que trabalha para o governo dos EUA. Enquanto estava em seu helicóptero para uma certa missão, Xenianos atacam os três helicópteros do governo, causando um terrível acidente. Assim, Adrian tem que lutar contra si mesmo para garantir sua sobrevivência. O jogador toma controlo de Shepard na expansão Half-life Opposing Force em que faz a sua única aparição. Até agora não se sabe se Adrian Shephard vai participar de outros títulos da VALVe como o Episode Three.

G-Man

Certamente ninguém sabe, exceto os criadores, sua verdadeira função na série, nem mesmo o significado do seu nome. Não se pode falar com ele, nem atirar nele(aliás nem o afeta). Há boatos dizendo que 'G-Man' é o próprio Gordon Freeman do futuro... Afinal, 'G' pode significar Gordon, e 'Man', Freeman. Outro boato bastante mencionado na internet cita que G-Man trabalha pro governo, pois 'G' - Government ou seja: Government Man. Pode se concluir que seu nome é G-Man pelo modo multi-player onde você pode escolhe-lo para jogar online. Há boatos também que G-Man é um nome dado por fãs. Ou seja, não se sabe ao certo quem é o G-Man, mas jogadores aguardam ansiosos o próximo Half Life e as aparições e segredos do G-Man Em Half Life 2: G-Man é um dos mais misteriosos personagens do jogo.Em varias partes do jogo é possivel ve-lo te observando. Em Episode One: G-Man é selado por Vortigaunts então não se vê ele no jogo.

Alyx Vance

Em Half Life 2: Alyx é filha de Eli Vance que ajuda Gordon a desfazer uma confusão com Combines.Alias ela é "Side-Kick" de Gordon.Éla o ajuda muito para abrir portas bloqueadas com equipamentos dos Combines.Alyx não aparece em Half Life 1.Sua arma é uma Full Auto 9mm pistol ou Alyx_Gun.Se você fizer alguns codigos é possivel obter a Alyx_gun(se você quiser é claro) mas é só uma SMG.Ela o ensina a controlar a Zero-Point Energy field Manipulator Gun ou Gravity Gun.

Eli Vance

Em Half Life 1: Ele abre uma porta, abrindo caminho para Gordon, e diz-lhe para chegar à superfície e pedir auxílio.

Em Half Life 2: Ele é pai de Alyx e um dos únicos sobreviventes do desastre do laboratório de Black Mesa.

Dr.Judith Mossman

Em Half Life 2: Mossman aparece em Black Mesa East(mas não é exatamente Black Mesa) ajudando Eli Vance.Depois ela ajuda o Dr.Breen(o vilão do jogo) no começo.Mas no Fim ela ajuda Gordon e os outros.

Dr.Breen

Em Half Life 2: O doutor Breen é o velho admistrador de Gordon Freeman e vilão do jogo por ser o dono de Citadel,dos Combines,do Portal dos Combines,e representante dos humanos.

Dog

Em Half Life 2: Dog é um robô que tem sentimentos e foi construido por Eli Vance para proteger Alyx, mas agora Dog é um Bicho de Estimação de Alyx Em episode ONE: Dog ajuda Gordon a sair dos destroços de Citadel e a entrar em Citadel outra vez. Em episode TWO: Dog ajuda a destruir um Strider.

Dr.Isaac Kleiner

Em Half Life 2: Dr.Kleiner era um antigo professor de Gordon Freeman, Kleiner o ensinava sobre tecnologia avançada, mas agora ele é um cientista ajudando todos os cidadãos de City 17, aliado de Eli Vance, Alyx, e Gordon.Pode-se considerar que Kleiner não foi visto em Half-Life 1. Dr.Kleiner tem um Headcrab domesticado como bicho de estimação chamado Lamarr, Barney não gosta de Lamarr pois ele sempre pula em sua cabeça...

Father Grigori

Em Half-Life 2: Grigori é o último habitante da cidade de Ravenholm, já que esta foi infestada de Headcrabs pelos Combine, tornando todos os outros residentes em zombies. Era um padre antes do ataque, e construiu várias armadilhas pela vila. Ele enfrenta os zombies com gritos insanos e uma chuva de balas, sem qualquer medo. Grigori ajuda Gordon em Ravenholm, dando-lhe direcções, conselhos, e uma caçadeira, chegando até a lutar ao seu lado por algum tempo (atravessando o cemitério). Grigori leva Freeman até às minas (a actividade primária de Ravenholm antes da infestação era minar), que conduzem para fora da vila. Enquanto o jogador desce para as minas, o corajoso padre é visto pela última vez a matar os zombies que o rodeiam, e é possível que estes o tenham morto pouco depois.

Persongens secretos

Lamarr

Em Half Life 2: Lamarr, o ÚNICO headcrab domesticado no mundo. Seu dono é o Dr.Isaac Kleiner. Lamarr definitivamente não gosta de Barney. Ele sempre foge para tubos de ventilação como todos os Headcrabs. Talvez Lamarr goste de seu dono.

Combine advisor

Em Half Life 2: O Combine Advisor é um dos personagens menos mostrados. É possivel que esta seja a forma verdadeira dos Combine (sendo as outras espécies híbridos de raças escravizadas e a tecnologia Combine). São vistos a falar com (num ecrã) Breen enquanto este foge, e ficam cara a cara com o jogador no Episode 2. Estão equipados com tecnologia Combine, tais como braços mecânicos. Podem levitar, imobilizar outros seres, e usam uma "língua-tentáculo" para matar.

Half-life(Apenas a história)

Bom eu deveria falar como é o jogo mas falar da história dele primeiro é mais interresante xD.

Half-life

Você joga na pele de Gordon Freeman, um cientista com PHD em Física Teórica pelo MIT que trabalha no laboratório Black Mesa, localizado no Novo México - EUA. Lá são conduzidas pesquisas em diversas áreas da ciência. Gordon Atua na área de pesquisas de materiais anômalos, e no início do jogo, é o responsável pela manipulação da amostra de um cristal desconhecido durante uma experiência. Assim que a análise começa, ocorrem várias explosões em diversas áreas do complexo Black Mesa que matam muitos membros da equipe de funcionários e destróem equipamentos. Gordon sobrevive. Além das explosões, portais de espaço-tempo se abrem trazendo seres de outra dimensão para os laboratórios, e esses começam também a matar todos que encontram pelo caminho. O jogador começa sua jornada para escapar das instalações subterrâneas em colapso de Black Mesa, enfrentando alienígenas de todo o tipo. Para complicar ainda mais, o governo dos EUA manda seu exército para eliminar todas as evidências do acidente, dentre elas: Gordon Freeman, sobreviventes, testemunhas e aliens. No decorrer da aventura, Gordon surpreende a todos com seus feitos heróicos em combate e passa a ser o alvo prioritário dos soldados. Após vários desafios galgados, o protagonista chega a uma área do complexo Black Mesa chamada Lambda Core, onde ainda haviam cientistas escondidos e equipamentos em operação. De lá, ele é teletransportado para Xen, o mundo de onde vinham os portais. Em um ambiente completamente estranho aos humanos e até às leis convencionais da física, Gordon atravessa cenários com fauna e flora fantásticos, além de uma instalação alienígena que lembra uma espécie de fábrica, até chegar a Nihilanth, o poderoso alien gigante que comanda Xen. Ao derrotá-lo, Gordon liberta os xenianos do domínio telepático de Nihilanth, que então páram de atacar a Terra.

A história acabaria nesse ponto se o misterioso homem da maleta não existisse no game. Sem um nome oficial, esse personagem é conhecido como G-man, pois esse é o nome do seu skin disponibilizado no modo multiplayer. Por várias vezes durante a aventura, G-man pode ser visto a observar o progresso de Gordon, assistindo calmamente a combates violentos, ou conversando com cientistas em salas trancadas, ou circulando pelos corredores. Algumas vezes, ao ser visto em algum lugar pelo qual o jogador ainda não passou, ele caminha calmamente até sair de cena. Quando o jogador posteriormente chega ao local, encontra um beco sem saída, sem nenhum lugar por onde G-man possa ter saído. Após a derrota de Nihilanth, Gordon é inexplicavelmente teletransportado para outro local de Xen, deparando-se pela primeira vez frente a frente com G-man. Gordon recebe a proposta de trabalhar para ele, e, ao topar, Gordon é colocado em estase no espaço-tempo até que seus serviços sejam requisitados novamente em Half-Life 2.

Half-life 2

Depois de Freeman ter aniquilado Nihilanth localizado planeta Xen no final de Half-Life (1998), G-Man fica surpreso e oferece uma proposta: Ou trabalha para o misterioso personagem, ou a morte. Obviamente, Gordon escolhe a primeira opção. G-Man prende Gordon no espaço/tempo durante 20 anos. Anos se passaram, e Gordon não envelheceu. Ele acorda em um trem a caminho de City 17. Surpreso, descobre que o antigo administrador do complexo de pesquisas Black Mesa, é atualmente o governador e representante dos humanos perante os Combine, raça alienígena responsável pela escravidão e controle dos habitantes da Terra.

Half-life 2 episode one(Atenção esse half- life não é uma expansão)

Gordon e Alyx estão nos fundos de Citadel tentando sair de lá, sem saber ao certo como sobreviveram, os dois recebem uma mensagem do Doutor Eli e o Doutor Isaac dizendo que o reator da Cidatel entrou em colapso e explodirá em algumas horas e que a única chance de Alyx e Gordon de sobrevivência seria entrar de novo na Cidatel, ir a sala do reator e achar alguma forma de atrasar a fusão do núcleo. Depois que eles saírem, precisam chegar até a superfície da cidade, pegar um atalho pelo Hospital e chegar até a estação de trem de City 17, para pegar o trem e fugir com os cidadãos/rebeldes antes que Citadel exploda.

Half-life 2 episode two

De volta às arriscadas investidas de Gordon e Alyx para salvar o mundo, o jogo começa aonde Episode One encerrou, em um trem em direção a White Forest, aonde se localiza a base da resistência humana. Após a explosão do reator do portal dos Combine, o planeta enfrenta a devastação de tempestades dos portais e a City 17 está destruída e inabitável. Agora Alyx tem em mãos um disco com várias informações retiradas a base de City 17, entre elas está o código de acesso aos portais do Combine, uma chance única de conte-los, iniciando uma viágem frenética até a base rebelde no White Forest, onde Dr. Magnusson (aparece pela primeira vez no jogo) e Dr. Kleiner estão preparando um foguete que levará o satélite até o espaço, para fechar de vez os portais.Mas os Combines tentam impedi-los.

Porém existe um outro inimigo chamado Hunter, uma nova geração de robõs que coopera com os Combines (mas muito mais com os Striders).Nosso primeiro encontro com o Hunter é em uma pequena vila, ao Gordon abrir o portão, Alyx é atacada e Gordon fica preso pelos destroços da casa que caiu.Alyx desmaia e Gordon também.Ao Gordon acordar, vê que Alyx esta desmaida e um Antlion ameaça a ataca-la mas, um Vortigaunt (aliados dos humanos) impede e etc...

Halo Wars

Na geração passada, a Bungie criou Halo: Combat Evolved para o Xbox. O game foi desenhado para ser um jogo de tiro em primeira pessoa para consoles e obteve sucesso absoluto ao transpor a mecânica e a precisão dos FPS de teclado e mouse para o joystick do console da Microsoft.

A tarefa de Halo Wars é semelhante: ser um jogo de estratégia pensado desde o primeiro momento para o xbox 360. A produtora responsável pela tarefa herculea foi a Ensemble, veterana criadora da franquia Age of Empires. Halo Wars foi o último projeto da Ensemble e obteve sucesso dentro de sua proposta.

Uma experiência nova no mundo de Halo

Halo Wars não é só um jogo de estratégia em tempo real em um videogame. Ele também é parte do universo de Halo, a principal franquia dos consoles da Microsoft, com milhões de fãs que esbravejariam diante de qualquer falha que alterasse aquilo que eles conhecem e amam. Ciente disso, a Ensemble criou uma história envolvente que apresenta a guerra entre a raça humana e o Covenant, vinte anos antes de Master Chief aparecer no primeiro Halo. O jogo é muito bem ambientado, com cenários detalhados e uma história interessante, mesmo para quem não está acostumado com as peripécias de Master Chief.As cenas de animação entre as fases de Halo Wars são muito bem feitas e mantém a trama sempre avançando. A caracterização dos personagens principais como o Sargento Forge e a Inteligência Artificial Serina, é bem feita, tanto na animação quanto na dublagem dos personagens, facilitando o envolvimento do jogador com o enredo.As unidades que você comanda durante o jogo, como Spartans, soldados ODST e jipes Warthogs são bem feitos e seus "poderes" reproduzem aquilo que vemos nos outros games Halo. O Spartam pode saltar sobre um veículo dos Covenant e explodi-lo, enquanto os soldados podem arremessar granadas e o Warthog atropela as unidades inimigas. Os comandos são fáceis e rápidos de executar, com o botão X para ataques normais e Y para os especiais.

Sem necessidade de mouse e teclado

Assim como os ataques, o controle do jogo de uma forma geral é simples e o joystick responde bem aos comandos. Um botão para selecionar todas as unidades, outro para um grupo específico. Um toque no direcional para voltar para a base, outro para ir de grupo em grupo pelo mapa. O microgerenciamento de produção, coleta de recursos e aprimoramentos das unidades foi bem simplificado para Halo Wars, tudo para manter a agilidade das partidas.O jogo oferece uma variedade razoável de unidades e de aprimoramentos. Um ponto interresante é que cada líder, tanto humano quanto no Covenant, possui poderes diferentes, o que muda um pouco as estratégias adotadas durante a partida.A campanha singleplayer tem 14 fases, bastante lineares, nas quais só se permite jogar com a UNSC. Poderia ser mais extensa, ou oferecer uma história alternativa, com o ponto de vista dos aliens do Covenant. A terceira raça do universo de Halo, o Flood, não é controlável em momento algum, nem no singleplayer nem em partidas multiplayer.

Terminando a batalha

Após concluir o singleplayer, alguns jogadores voltarão para realizar os vários objetivos secundários, encontrar as tradicionais Caveiras escondidas no cenário e desbloquear algumas Conquistas. Mas o maior fator de replay de Halo Wars está nas partidas multiplayer na Xbox Live. Com suporte para embates 1x1, 2x2 e até com três jogadores de cada lado, as partidas contra outros jogadores são bem menos previsíveis do que jogar contra a máquina.As partidas podem ser rápidos deathmatches ou longas partidas standard, onde é necessário maior atenção ao micro-gerenciamento das bases para conquistar a vitória. Dominar os recursos do cenário no começo da partida tende a enfraquecer sua base inicial, deixando-a exposta para os ataques inimigos. Por outro lado, esses recursos extras são fundamentais para o desenvolvimento de um exército poderoso. Os mapas do multiplayer são ótimos para jogadores que trabalham em equipe.De uma forma geral, Halo Wars é um jogo de estratégia simplificado, superficial quando comparado aos grandes nomes do gênero. Mas isso não faz dele um jogo ruim, já que seu foco são as partidas ágeis no Xbox 360. O jogo consegue capturar o interesse dos fãs de Halo e ao mesmo tempo é capaz de divertir os entusiastas dos jogos de estratégia em tempo real.

sábado, 6 de junho de 2009

Halo Wars em breve aqui na Fusion gamers

Em breve posta-rei a matéria sobre o Halo wars

Battlefield:Bad Company

A série de jogos de tiro da Dice, consagrada nos PCs, retornou aos consoles e dessa vez, com um jogo à altura do nome Battlefield. Preservando algumas das características marcantes da franquia e trilhando o caminho da inovação em vários aspectos, Bad Company chegou aos consoles da nova geração com artilharia pesada e muito poder de fogo.De cara percebem-se as diferenças com títulos anteriores da série e nem me refiro aos bem feitos e completamente novos gráficos gerados pela engine Frost Bite. A novidade inicial é a campanha single player que agora é uma história de verdade e das boas. No papel do soldado Preston Marlowe, você faz parte da Bad Company, junto com algumas das figuras mais carismáticas e divertidas que já se alistaram em algum jogo de guerra: o veterano Sargento Redford, que só quer se aposentar o quanto antes; o malandro Sweetwater e o caipira empolgado que adora explodir coisas. Mas além das divertidas conversas entre os colegas de tropa o jogo também se arrisca com as motivações não muito patrióticas do grupo: todos eles estão de olho nas barras de ouro que estão “perdidas” nas cidades devastadas pela guerra. Da um passo além dos soldados idealistas comuns ao gênero é uma ousadia muito bem vinda da parte da Dice.As missões seguem uma estrutura linear mas o mapa de jogo é totalmente aberto e livre para a exploração. Por exemplo, para tomar uma base inimiga é possível percorrer a estrada direto para a vila onde os oponentes estão sitiados, ou seguir pelas colinas e tentar entrar por alguma ruela menos protegida... ou mesmo de barco, pelo rio, enfrentando outras embarcações durante o trajeto. O jogo incentiva a exploração do terreno para localizar as barras de ouro e novos armamentos. Para facilitar a vida dos soldados há uma boa variedade de veículos, outra característica típica dos Battlefields anteriores: tanques, caminhões, jipes, barcos e até helicópteros podem ser controlados pelo jogador.E quando chega a hora do combate em Bad Company a engine Frost Bite demonstra suas qualidades ao permitir a destruição de portas, paredes, telhados, veículos e árvores, seja com mísseis, explosões ou mesmo muitos tiros de metralhadora. Mesmo com a limitação do jogo, que nunca derruba uma construção por completo e provoca destroços “pré-fabricadas” no cenário, colocar uma cidade abaixo durante uma batalha poucas vezes foi tão divertido quanto em Battlefield Bad Company. E esse resultado é fruto da soma da qualidade visual, do ritmo intenso da campanha e os excelentes efeitos sonoros, que estão entre os melhores já produzidos para um videogame. Os tiros, as conversas por rádio, o eco do disparo de um sniper, o avanço dos tanques, tudo é muito vivo e intenso e tornam a experiência de jogo muito gratificante.O multiplayer só têm um modo que é chamado Gold Rush. Esqueça a conquista de territórios das versões antigas. Aqui o objetivo dos times é tomar os tesouros uns dos outros, mas em cada turno, um exército tem que atacar e o outro defender as suas posições. Cada jogador escolhe uma classe específica e tem acesso a alguns armamentos diferentes, como é de praxe nos jogos Battlefield. Armas encontradas na campanha são desbloqueadas para usar aqui. É muito divertido, mas poderia haver outras opções para mais jogadores, como a possibilidade de jogar a campanha com um amigo, por exemplo.Mesmo com pequenos defeitos, como a repetição excessiva da arquitetura das casas e de seus interiores, a Inteligência Artificial fraca de alguns soldados inimigos, a concentração excessiva dos oponentes no seu personagem e não no resto do grupo e a ausência de mais alternativas no multiplayer, Battlefield Bad Company é um ótimo jogo de tiro, o melhor desse primeiro semestre, sem dúvida.



O fim da esamble studios

A Microsoft anunciou que vai fechar o estúdio Ensemble, famosa pela série Age of Empires. A operação deve acontecer assim que o estúdio concluir a produção de Halo Wars, jogo de estratégia baseado no universo de Master Chief.

A companhia foi comprada pela Microsoft em 2001 e criou grandes títulos de estratégia em tempo real, como as séries Age of Empires e Age of Mythology. De acordo com a Microsoft, "essa decisão não reflete em nada o talento da Ensemble ou a qualidade de ’Halo Wars’ - de fato, muitas pessoas que tiveram a oportunidade de testar Halo Wars concordam que o jogo está em vias de se tornar fantástico".

Segundo a Microsoft, um time-líder da Ensemble formará um novo estúdio, que cuidará da pós-produção de Halo Wars e de outros projetos da Microsoft Game Studio.

Activision anuncia Call of Duty: Modern Warfare 2

Call of duty 4 modern warfare
Activision anuncia Call of Duty: Modern Warfare 2 Em uma atitude que não é surpreendente, nem inesperado, Activision Blizzard anunciou e revelou Call of Duty: Modern Warfare 2 , em Manhattan, NY. Modern Warfare 2 é a sequencia do Infinity Ward's premiado original, Modern Warfare(COD4). Considerando-se o jogo muito longe de ficar pronto, não houve qualquer informação real ou detalhes sobre o jogo liberado. No entanto, a janela de lançamento 10 de novembro de 2009 é algo que tem sido revelado pela activision e que provalvelmente se pasara na Russia e no Oriente Médio.

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