domingo, 7 de junho de 2009

Half-life(Apenas a história)

Bom eu deveria falar como é o jogo mas falar da história dele primeiro é mais interresante xD.

Half-life

Você joga na pele de Gordon Freeman, um cientista com PHD em Física Teórica pelo MIT que trabalha no laboratório Black Mesa, localizado no Novo México - EUA. Lá são conduzidas pesquisas em diversas áreas da ciência. Gordon Atua na área de pesquisas de materiais anômalos, e no início do jogo, é o responsável pela manipulação da amostra de um cristal desconhecido durante uma experiência. Assim que a análise começa, ocorrem várias explosões em diversas áreas do complexo Black Mesa que matam muitos membros da equipe de funcionários e destróem equipamentos. Gordon sobrevive. Além das explosões, portais de espaço-tempo se abrem trazendo seres de outra dimensão para os laboratórios, e esses começam também a matar todos que encontram pelo caminho. O jogador começa sua jornada para escapar das instalações subterrâneas em colapso de Black Mesa, enfrentando alienígenas de todo o tipo. Para complicar ainda mais, o governo dos EUA manda seu exército para eliminar todas as evidências do acidente, dentre elas: Gordon Freeman, sobreviventes, testemunhas e aliens. No decorrer da aventura, Gordon surpreende a todos com seus feitos heróicos em combate e passa a ser o alvo prioritário dos soldados. Após vários desafios galgados, o protagonista chega a uma área do complexo Black Mesa chamada Lambda Core, onde ainda haviam cientistas escondidos e equipamentos em operação. De lá, ele é teletransportado para Xen, o mundo de onde vinham os portais. Em um ambiente completamente estranho aos humanos e até às leis convencionais da física, Gordon atravessa cenários com fauna e flora fantásticos, além de uma instalação alienígena que lembra uma espécie de fábrica, até chegar a Nihilanth, o poderoso alien gigante que comanda Xen. Ao derrotá-lo, Gordon liberta os xenianos do domínio telepático de Nihilanth, que então páram de atacar a Terra.

A história acabaria nesse ponto se o misterioso homem da maleta não existisse no game. Sem um nome oficial, esse personagem é conhecido como G-man, pois esse é o nome do seu skin disponibilizado no modo multiplayer. Por várias vezes durante a aventura, G-man pode ser visto a observar o progresso de Gordon, assistindo calmamente a combates violentos, ou conversando com cientistas em salas trancadas, ou circulando pelos corredores. Algumas vezes, ao ser visto em algum lugar pelo qual o jogador ainda não passou, ele caminha calmamente até sair de cena. Quando o jogador posteriormente chega ao local, encontra um beco sem saída, sem nenhum lugar por onde G-man possa ter saído. Após a derrota de Nihilanth, Gordon é inexplicavelmente teletransportado para outro local de Xen, deparando-se pela primeira vez frente a frente com G-man. Gordon recebe a proposta de trabalhar para ele, e, ao topar, Gordon é colocado em estase no espaço-tempo até que seus serviços sejam requisitados novamente em Half-Life 2.

Half-life 2

Depois de Freeman ter aniquilado Nihilanth localizado planeta Xen no final de Half-Life (1998), G-Man fica surpreso e oferece uma proposta: Ou trabalha para o misterioso personagem, ou a morte. Obviamente, Gordon escolhe a primeira opção. G-Man prende Gordon no espaço/tempo durante 20 anos. Anos se passaram, e Gordon não envelheceu. Ele acorda em um trem a caminho de City 17. Surpreso, descobre que o antigo administrador do complexo de pesquisas Black Mesa, é atualmente o governador e representante dos humanos perante os Combine, raça alienígena responsável pela escravidão e controle dos habitantes da Terra.

Half-life 2 episode one(Atenção esse half- life não é uma expansão)

Gordon e Alyx estão nos fundos de Citadel tentando sair de lá, sem saber ao certo como sobreviveram, os dois recebem uma mensagem do Doutor Eli e o Doutor Isaac dizendo que o reator da Cidatel entrou em colapso e explodirá em algumas horas e que a única chance de Alyx e Gordon de sobrevivência seria entrar de novo na Cidatel, ir a sala do reator e achar alguma forma de atrasar a fusão do núcleo. Depois que eles saírem, precisam chegar até a superfície da cidade, pegar um atalho pelo Hospital e chegar até a estação de trem de City 17, para pegar o trem e fugir com os cidadãos/rebeldes antes que Citadel exploda.

Half-life 2 episode two

De volta às arriscadas investidas de Gordon e Alyx para salvar o mundo, o jogo começa aonde Episode One encerrou, em um trem em direção a White Forest, aonde se localiza a base da resistência humana. Após a explosão do reator do portal dos Combine, o planeta enfrenta a devastação de tempestades dos portais e a City 17 está destruída e inabitável. Agora Alyx tem em mãos um disco com várias informações retiradas a base de City 17, entre elas está o código de acesso aos portais do Combine, uma chance única de conte-los, iniciando uma viágem frenética até a base rebelde no White Forest, onde Dr. Magnusson (aparece pela primeira vez no jogo) e Dr. Kleiner estão preparando um foguete que levará o satélite até o espaço, para fechar de vez os portais.Mas os Combines tentam impedi-los.

Porém existe um outro inimigo chamado Hunter, uma nova geração de robõs que coopera com os Combines (mas muito mais com os Striders).Nosso primeiro encontro com o Hunter é em uma pequena vila, ao Gordon abrir o portão, Alyx é atacada e Gordon fica preso pelos destroços da casa que caiu.Alyx desmaia e Gordon também.Ao Gordon acordar, vê que Alyx esta desmaida e um Antlion ameaça a ataca-la mas, um Vortigaunt (aliados dos humanos) impede e etc...

Halo Wars

Na geração passada, a Bungie criou Halo: Combat Evolved para o Xbox. O game foi desenhado para ser um jogo de tiro em primeira pessoa para consoles e obteve sucesso absoluto ao transpor a mecânica e a precisão dos FPS de teclado e mouse para o joystick do console da Microsoft.

A tarefa de Halo Wars é semelhante: ser um jogo de estratégia pensado desde o primeiro momento para o xbox 360. A produtora responsável pela tarefa herculea foi a Ensemble, veterana criadora da franquia Age of Empires. Halo Wars foi o último projeto da Ensemble e obteve sucesso dentro de sua proposta.

Uma experiência nova no mundo de Halo

Halo Wars não é só um jogo de estratégia em tempo real em um videogame. Ele também é parte do universo de Halo, a principal franquia dos consoles da Microsoft, com milhões de fãs que esbravejariam diante de qualquer falha que alterasse aquilo que eles conhecem e amam. Ciente disso, a Ensemble criou uma história envolvente que apresenta a guerra entre a raça humana e o Covenant, vinte anos antes de Master Chief aparecer no primeiro Halo. O jogo é muito bem ambientado, com cenários detalhados e uma história interessante, mesmo para quem não está acostumado com as peripécias de Master Chief.As cenas de animação entre as fases de Halo Wars são muito bem feitas e mantém a trama sempre avançando. A caracterização dos personagens principais como o Sargento Forge e a Inteligência Artificial Serina, é bem feita, tanto na animação quanto na dublagem dos personagens, facilitando o envolvimento do jogador com o enredo.As unidades que você comanda durante o jogo, como Spartans, soldados ODST e jipes Warthogs são bem feitos e seus "poderes" reproduzem aquilo que vemos nos outros games Halo. O Spartam pode saltar sobre um veículo dos Covenant e explodi-lo, enquanto os soldados podem arremessar granadas e o Warthog atropela as unidades inimigas. Os comandos são fáceis e rápidos de executar, com o botão X para ataques normais e Y para os especiais.

Sem necessidade de mouse e teclado

Assim como os ataques, o controle do jogo de uma forma geral é simples e o joystick responde bem aos comandos. Um botão para selecionar todas as unidades, outro para um grupo específico. Um toque no direcional para voltar para a base, outro para ir de grupo em grupo pelo mapa. O microgerenciamento de produção, coleta de recursos e aprimoramentos das unidades foi bem simplificado para Halo Wars, tudo para manter a agilidade das partidas.O jogo oferece uma variedade razoável de unidades e de aprimoramentos. Um ponto interresante é que cada líder, tanto humano quanto no Covenant, possui poderes diferentes, o que muda um pouco as estratégias adotadas durante a partida.A campanha singleplayer tem 14 fases, bastante lineares, nas quais só se permite jogar com a UNSC. Poderia ser mais extensa, ou oferecer uma história alternativa, com o ponto de vista dos aliens do Covenant. A terceira raça do universo de Halo, o Flood, não é controlável em momento algum, nem no singleplayer nem em partidas multiplayer.

Terminando a batalha

Após concluir o singleplayer, alguns jogadores voltarão para realizar os vários objetivos secundários, encontrar as tradicionais Caveiras escondidas no cenário e desbloquear algumas Conquistas. Mas o maior fator de replay de Halo Wars está nas partidas multiplayer na Xbox Live. Com suporte para embates 1x1, 2x2 e até com três jogadores de cada lado, as partidas contra outros jogadores são bem menos previsíveis do que jogar contra a máquina.As partidas podem ser rápidos deathmatches ou longas partidas standard, onde é necessário maior atenção ao micro-gerenciamento das bases para conquistar a vitória. Dominar os recursos do cenário no começo da partida tende a enfraquecer sua base inicial, deixando-a exposta para os ataques inimigos. Por outro lado, esses recursos extras são fundamentais para o desenvolvimento de um exército poderoso. Os mapas do multiplayer são ótimos para jogadores que trabalham em equipe.De uma forma geral, Halo Wars é um jogo de estratégia simplificado, superficial quando comparado aos grandes nomes do gênero. Mas isso não faz dele um jogo ruim, já que seu foco são as partidas ágeis no Xbox 360. O jogo consegue capturar o interesse dos fãs de Halo e ao mesmo tempo é capaz de divertir os entusiastas dos jogos de estratégia em tempo real.

sábado, 6 de junho de 2009

MGS Peace Walker Trailer

O Markus, que é o mais novo integrante da FG postou sobre isso, eu estou aqui apenas para colocar o trailer.

Como o próprio trailer diz, é o link perdido na Saga Metal Gear.
No final do vídeo uma piada, na caixa em vez do famoso"No place for Hideo" que faz alusão ao criador da saga Hideo Kojima, está escrito "Love Pack" algo como local do amor e nela entram dois snakes, detalhe que um deles está sentado de perna aberta atrás do outro xD.

Halo Wars em breve aqui na Fusion gamers

Em breve posta-rei a matéria sobre o Halo wars

Battlefield:Bad Company

A série de jogos de tiro da Dice, consagrada nos PCs, retornou aos consoles e dessa vez, com um jogo à altura do nome Battlefield. Preservando algumas das características marcantes da franquia e trilhando o caminho da inovação em vários aspectos, Bad Company chegou aos consoles da nova geração com artilharia pesada e muito poder de fogo.De cara percebem-se as diferenças com títulos anteriores da série e nem me refiro aos bem feitos e completamente novos gráficos gerados pela engine Frost Bite. A novidade inicial é a campanha single player que agora é uma história de verdade e das boas. No papel do soldado Preston Marlowe, você faz parte da Bad Company, junto com algumas das figuras mais carismáticas e divertidas que já se alistaram em algum jogo de guerra: o veterano Sargento Redford, que só quer se aposentar o quanto antes; o malandro Sweetwater e o caipira empolgado que adora explodir coisas. Mas além das divertidas conversas entre os colegas de tropa o jogo também se arrisca com as motivações não muito patrióticas do grupo: todos eles estão de olho nas barras de ouro que estão “perdidas” nas cidades devastadas pela guerra. Da um passo além dos soldados idealistas comuns ao gênero é uma ousadia muito bem vinda da parte da Dice.As missões seguem uma estrutura linear mas o mapa de jogo é totalmente aberto e livre para a exploração. Por exemplo, para tomar uma base inimiga é possível percorrer a estrada direto para a vila onde os oponentes estão sitiados, ou seguir pelas colinas e tentar entrar por alguma ruela menos protegida... ou mesmo de barco, pelo rio, enfrentando outras embarcações durante o trajeto. O jogo incentiva a exploração do terreno para localizar as barras de ouro e novos armamentos. Para facilitar a vida dos soldados há uma boa variedade de veículos, outra característica típica dos Battlefields anteriores: tanques, caminhões, jipes, barcos e até helicópteros podem ser controlados pelo jogador.E quando chega a hora do combate em Bad Company a engine Frost Bite demonstra suas qualidades ao permitir a destruição de portas, paredes, telhados, veículos e árvores, seja com mísseis, explosões ou mesmo muitos tiros de metralhadora. Mesmo com a limitação do jogo, que nunca derruba uma construção por completo e provoca destroços “pré-fabricadas” no cenário, colocar uma cidade abaixo durante uma batalha poucas vezes foi tão divertido quanto em Battlefield Bad Company. E esse resultado é fruto da soma da qualidade visual, do ritmo intenso da campanha e os excelentes efeitos sonoros, que estão entre os melhores já produzidos para um videogame. Os tiros, as conversas por rádio, o eco do disparo de um sniper, o avanço dos tanques, tudo é muito vivo e intenso e tornam a experiência de jogo muito gratificante.O multiplayer só têm um modo que é chamado Gold Rush. Esqueça a conquista de territórios das versões antigas. Aqui o objetivo dos times é tomar os tesouros uns dos outros, mas em cada turno, um exército tem que atacar e o outro defender as suas posições. Cada jogador escolhe uma classe específica e tem acesso a alguns armamentos diferentes, como é de praxe nos jogos Battlefield. Armas encontradas na campanha são desbloqueadas para usar aqui. É muito divertido, mas poderia haver outras opções para mais jogadores, como a possibilidade de jogar a campanha com um amigo, por exemplo.Mesmo com pequenos defeitos, como a repetição excessiva da arquitetura das casas e de seus interiores, a Inteligência Artificial fraca de alguns soldados inimigos, a concentração excessiva dos oponentes no seu personagem e não no resto do grupo e a ausência de mais alternativas no multiplayer, Battlefield Bad Company é um ótimo jogo de tiro, o melhor desse primeiro semestre, sem dúvida.



O fim da esamble studios

A Microsoft anunciou que vai fechar o estúdio Ensemble, famosa pela série Age of Empires. A operação deve acontecer assim que o estúdio concluir a produção de Halo Wars, jogo de estratégia baseado no universo de Master Chief.

A companhia foi comprada pela Microsoft em 2001 e criou grandes títulos de estratégia em tempo real, como as séries Age of Empires e Age of Mythology. De acordo com a Microsoft, "essa decisão não reflete em nada o talento da Ensemble ou a qualidade de ’Halo Wars’ - de fato, muitas pessoas que tiveram a oportunidade de testar Halo Wars concordam que o jogo está em vias de se tornar fantástico".

Segundo a Microsoft, um time-líder da Ensemble formará um novo estúdio, que cuidará da pós-produção de Halo Wars e de outros projetos da Microsoft Game Studio.

Metal Gear Solid: Peace Walker é para PSP.

Clones de Big Boss
Durante a conferência da Sony na E3, Electronic Entertainment Expo, que aconteceu em Los Angeles no último dia 2 de junho, Hideo Kojima, o principal nome da Konami, anuncia Metal Gear Solid: Peace Walker, exclusivo para PSP.
A história do jogo se passa dez anos após Metal Gear Solid: Snake Eater. Com a jogabilidade clássica da franquia, Kojima destaca que Peace Walker é uma sequência autêntica de MGS 3, não um capítulo à parte, e deixou clara a sua participação no projeto, assim como a de toda a equipe de Metal Gear Solid 4. O trailer apresentado durante a conferência mostra Big Boss e seus clones na Costa Rica e contará o surgimento do Outer Heaven.
Metal Gear Solid: Peace Walker chega às lojas em 2010, exclusivo para PSP
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