terça-feira, 30 de junho de 2009

Crônica:Mudança de capas de região a outra[I]

É algo bem conhecido que grande parte dos games tem 3 capas, uma para a América do Norte, outra para o Japão, e mais uma para a Europa.
Certo dia parei para olhar as capas dos Resident's Evil's para o Gamecube e me deparei com um certo padrão em algumas capas, ou algo do tipo.


Essas são as capas européias, pra início nenhuma delas chega a apresentar ao menos 1 personagem, a que chega mais perto é a terceira mostrando a sombra do Dr. Salvador numa floresta.Cara..há quem diga que essas capas expressam terror, na minha opinião elas se quer são atraentes, um esguicho de sangue, uma bactéria microscópica e uma floresta?A mais atraente é última pois se pode ver o cara com a serra eletrica(ao menos na minha opinião).

As capas americanas também seguem um padrão, sempre exibem o personagem e no caso de duas também o inimigo, também exibem a ambientação isso pode-se defini-lá mais atraente?
Quem sabe...agora as Japonesas.

Agora as japonesas, a parte do padrão aqui vem a ser a ambientação, a do RE0 é igual a americana apenas com um zoom maior.O destaque vai para a capa do REmake, que para mim é a mais bonita das três versões mostrando a mansão refeita.
Até mais galera e quando eu ver que preciso analisar outras capas, estarei aqui novamente =D.

quarta-feira, 24 de junho de 2009

Realidade aumentada invadindo celulares =D

Bom.. realidade aumentada é uma técnica de projeção de coisas em telas(PSP, Celular, brinquedinhos do câmelo xD).
No caso do vídeo é um game para uma plataforma da Nvidia a Tegra.O jogo se chama ARhrrrr!
Vejam o vídeo e tirem suas conclusões

sábado, 20 de junho de 2009

Demonstração Mario Kart DS

Uma demonstração do Mario Kart DS pra você.
Em qualidade legal pois gravei pelo pc.

sábado, 13 de junho de 2009




A revista americana Game Informer que será lançada na próxima segunda-feira, terá como matéria de capa uma prévia sobre Max Payne 3 e revela diversas novidades.

Primeiro olhando para o protagonista na imagem de capa, percebemos que agora max está careca e com uma barba bem comprida. O game vai se passar na cidade de São Paulo, aqui mesmo no Brasil e que terá diversas partes da cidade reconstruídas de forma fiel.

O jogo está usando a RAGE engine para construir os gráficos, porém eles estarão bem melhores do que você viu pela última vez - GTA IV. Os gráficos estarão muito próximos ao que vimos em Uncharted (ou seja, bem coloridos e detalhados) e com direito a ciclos de dia e noite.

O sistema de combate também foi bastante inspirado em GTA IV, porém mais refinado e com o sistema de câmera lenta revigorado. Ainda na parte dos combates é de se esperar muita violência, como já é de costume na série.

O jogo está marcado para sair no final do ano, mas não conte com isso, já que os atrasos da série são recorrentes. Max Payne 3 será lançado para PS3, PC e Xbox 360.

Fonte: Game TV

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Projeto Natal (Xbox 360), O começo da realidade virtual!

A Microsoft revelou em sua conferência na E3, realizada nesta segunda-feira (1º), o Project Natal , dispositivo que traz uma série de sensores para o Xbox 360. O aparelho tem detecção de movimento de corpo inteiro, além de reconhecimento de rosto e voz, e fica posicionada em frente à TV.

No vídeo de demonstração no evento, foi revelado um game de luta, que faz exatamente os mesmo movimentos corporais do jogador; um jogo de corrida em que se joga com gestos, como se estivesse segurando um volante - outros jogadores atuam durante o pitstop -; e um título de chutar a gol. Foi mostrado também um jogo de skate, em que o usuário pode "escanear" o próprio equipamento. Esse título também é controlado por gestos.

O sensor também conta com um sistema de reconhecimento de face. Assim, quando um usuário fica em frente ao sistema, o Xbox 360 faz o login na Xbox Live, e o avatar passa a imitar seus movimentos. Também tem reconhecimento de voz e, com essa função, é possível ativar comandos apenas falando. Para tocar um vídeo, basta dizer "play"; com "good bye", o console é desligado.

O corpo é o controle

A navegação na dashboard pode ser feita com movimento das mãos. Games como "1 vs 100", de perguntas e respostas, passam a ser jogados com gestos e voz, quase como nos programas de TV do gênero na vida real. Ou seja, o sistema também sabe o número de jogadores, que abre possibilidade para títulos multiplayer.

Foram mostrados dois aplicativos ao vivo durante a E3. Em "Ricochet", o objetivo é rebater uma bola, com qualquer parte do corpo. Como o sensor é 3D, consegue reconhecer distâncias, ou seja o avatar do jogador pode se movimentar em todas as direções do espaço virtual. A precisão parece alta, reconhecendo até a abertura das mãos e a velocidade com que os movimentos são feitos.

Já em "Paint Party", o usuário simula que está jogando tinta com as mãos num quadro gigante. A cor é escolhida através de comando de voz. E existe uma funcionalidade de recortar máscaras usando os contornos de seu corpo.

Em "Project Natal" você é o controle



Nomes estrelados

Dois grandes nomes da indústria estão trabalhando com o Project Natal. Um deles é o consagrado diretor Steven Spielberg, que recentemente também passou a fazer games (caso de "Boom Blox"). Por ora, seu projeto ainda está envolto em mistério.

A outra personalidade é Peter Molyneux, presidente da Lionhead Studios, que demonstrou "Milo". Essse é o nome do garoto virtual que guiou a demonstração do jogo, na qual caminhava por uma enseada e a jogadora que interagia com Milo através de conversa e movimentos pode mexer na água (até seu reflexo aparece). O garoto apresenta movimentos faciais bastante realistas, com destaque para a movimentação da boca durante a fala.

Na última parte da demonstração, a jogadora desenhou algo em uma folha de papel e a "entregou" a Milo, erguendo-a em frente a câmera e, no mesmo instante, Milo aparecia com a folha em mãos na tela. Segundo Molyneux, Milo reconhecerá os desenhos feitos em papel, mas como essa interação acontece será demonstrada em uma apresentação à portas fechadas durante a E3.



Colaborou: SubZ - PSG
Fonte: Project Natal - Uol Jogos

terça-feira, 9 de junho de 2009

A mudança dos Resident's Evil's

Resident Evil é certamente o gênero mais famoso de Survival Horror, não é o primeiro, o primeiro é Alone in the Dark (se não me engano), e na epóca inovou no PS1 ao trazer ao mesmo tempo um game de boa história que você só descobre jogando e ótimos gráficos, antes de qualquer coisa os gráficos são ótimos pra época de lançamento do jogo para PS1, o jogo se assemelhava a um filme de terror com câmeras cinemátográficas e além disso finais alternativos, são 10 ou 8 ao total, a série Resident Evil com o tempo acabou mudando, estou aqui para falar sobre como ela mudou, então é hora de voltarmos a 1996 para o primeiro Resident Evil, ou Biohazard como preferirem.

Resident Evil

O primeiro Resident Evil tinha cutscenes com pessoas reais, câmera cinematográfica, gráficos pre renderizados além de pouca munição algo que o jogo tem como característica principal para um jogo de terror numa mansão nas montanhas.

Resident Evil Gun Survivor

Nesse Spin-Off a câmera fica em primeira pessoa se vendo apenas a arma do personagem.

Resident Evil Code Veronica

Gráficos agorá totalmente em 3D, além das Cutscenes, câmera cinematográfica.
Resident Evil 4

O game está todo em 3D, a câmera agora acompanha o personagem de costas e acima do ombro quando este vai mirar.

Resident Evil The Umbrella Chronicles


Game todo em 3D, não se vê nada do personagem controlado só a arma.

Alguns dizem que a mudança radical de Resident Evil 1 pra o 4 se deve a Jun Takeuchi,mas, não o próprio Shinji Mikami que criou a série fez isso, então se a série conquistou ou deixou de conquistar mais fãs a culpa é dele e da Capcom.
Esses são os estilos de games na série RE.Até a próxima =D

segunda-feira, 8 de junho de 2009

F.E.A.R 2:Project Origin

Quando F.E.A.R.2 chegou para ser analisado, pensei em diversos motivos pelos quais o jogo poderia ser um fracasso. Lembrei das expansões pouco inspiradas que seguiram o game original e do excesso de jogos de tiro em primeira pessoa disponíveis no mercado atual. E também me lembrei do primeiro F.E.A.R., um excelente game que combinava uma Inteligência Artificial agressiva e desafiadora e elementos de filmes de horror japonês, um feito inédito e muito bem produzido. Será que Project Origin conseguiria reunir os ingredientes necessários para se destacar no mercado, deixar para trás as fracas iterações anteriores da série e principalmente, superar o medo e desafio apresentados no F.E.A.R. original?

Project Origin é uma sequência que dispensa a experiência prévia de jogar o primeiro F.E.A.R. Se você jogou, terá a expectativa em encontrar a garotinha Alma e passar por determinadas situações. Se não jogou, sentirá o terror característico do jogo em primeira mão. O melhor é que Project Origin consegue assustar a ambos os jogadores.Nessa nova aventura, que acontece anos após os eventos do jogo original, você é membro de uma equipe de Operações Especiais. Sua missão era bem simples e cotidiana mas logo mostra-se mais perigosa do que o esperado. Quando finalmente a jovem dotada de poderes paranormais, Alma, reaparece, aí é que as coisas saem completamente do controle. Não vou revelar muito aqui, exceto que Alma não é mais uma criança. Ela é uma mulher e provavelmente, nem ela sabe lidar com isso ainda. O resultado do crescimento da terível paranormal é o que você encontra durante o jogo.Embora as primeiras fases lembrem muito o game anterior, o jogo avança para cenários abertos que permitem um certo grau de exploração. Podemos afirmar que F.E.A.R.2 é um jogo que corre em trilhos bem largos, dando uma sensação de ser menos linear do que realmente é. Os cenários são bem feitos e mesmo que não sejam algo revolucionário no estágio atual do desenvolvimento de jogos, possuem muitos detalhes que envolvem o jogador na aventura. De fato, um dos maiores méritos de Project Origin é seguir a linha narrativa do primeiro F.E.A.R. mostrando mais do que conta ao jogador, permitindo que a imaginação preencha as lacunas da história, principalmente em seus aspectos sobrenaturais.

O game adota algumas novas mecânicas, dentre elas o uso de cobertura durante os tiroteios, com o diferencial de que qualquer objeto do cenário pode servir de cobertura. É possível virar mesas, por exemplo, e se esconder atrás delas. Os inimigos fazem o mesmo e tal qual no primeiro game, são inteligentes e armam estratégias, tornando o jogo muito mais desafiador do que uma partida de tiro-ao-alvo.Além dos soldados comuns, você enfrenta alguns mutantes com poderes horripilantes. A seu favor, há a habilidade de retardar o tempo, o que pode fazer a partida ficar bem mais fácil. Jogadores em busca de uma dificuldade maior vão evitar valer-se desse artifício no calor do tiroteio. Outra inovação interessante é que nem todas as fases são a pé. Em alguns momentos é possível pilotar enormes mechas, armaduras-robôs poderosas armadas com metralhadoras e lança-foguetes.Como é de prache nos principais jogos da atualidade, F.E.A.R.2 possui a opção de multiplayer, mas parece que esse modo foi incluido por obrigação contratual e é bem menos inspirado do que a campanha para um jogador. Nas partidas contra oponentes humanos há poucas opções de jogo, como as tradicionais deathmatch, team deathmatch e captura de territórios. É pouco e não é o suficiente para formar uma comunidade sólida de jogadores. Seria melhor se a produtora Monolith investisse seu tempo na criação de um modo cooperativo para a campanha principal.

De uma forma geral, F.E.A.R.2: Project Origin agrada e cumpre seu objetivo: é um jogo de tiro em primeira pessoa sólido e bem produzido, com uma trama condutora de alta qualidade. Sua dificuldade não assustará os novatos no gênero mas a atormentada Alma garantirá bons sustos a todos. As novidades na mecânica de jogo e o visual aperfeiçoado o colocam um degrau acima do jogo original e permitem esquecer os fiascos que foram as expansões.
Essa é a verdadeira sequência de F.E.A.R. e só por isso merece um lugar na prateleira dos fãs de jogos de tiro.

È Gauss aprendir a colocar os videos


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